sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
simplesmente simples ...
A Vida é simples, mas infelizmente o ser humano tem a tendência de complicar o que não deveria ser complexo e dificultar o que deveria ser fácil ...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
é preciso saber viver
Perguntaram ao Dalai Lama:
"O que mais lhe surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens hoje perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saude que perderam.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer
E morrem como se nunca tivessem vivido ...
"O que mais lhe surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens hoje perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saude que perderam.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer
E morrem como se nunca tivessem vivido ...
Não seja rancoroso ...
"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra."
William Shakespeare (1564-1616)
Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquela namorada, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas, dos amigos, críticos, do cachorro... Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu.
Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento. Nunca mais.
Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, com ela.
Veja com atenção o significado da palavra ressentimento:
RE-SENTIMENTO. Sentir novamente.
Sentir infinitamente, para alguns.
Qual a razão de usar sua mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Não me refiro a nenhum princípio religioso, espiritual ou moral, somente uma razão prática: sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando prejudicar você mais.
Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso.
Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória.
Repita comigo: nunca mais.
A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento. Mas você será.
Você desperdiçará momentos únicos das suas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra você há semanas, meses, anos ou décadas atrás e, acredite ou não, você mesmo estará se apunhalando dia-após-dia, com seu re-sentimento.
Nunca mais.
Se o problema tiver sido com um cliente, ficar ressentido não ajudará sua próxima venda.
Se tiver sido com a ex-namorada, ficar ressentido não tornará você atraente para a próxima, e talvez definitiva.
Se tiver sido com seu marido, ficar ressentida não ajudará comunicar-se e corrigir a situação.
Se tiver sido com... qualquer pessoa, ficar ressentido não ajudará você.
Pode até ajudar ela a se livrar de você.
Se o caso for tão grave que tenha que ser resolvido em tribunais, deixe advogados cuidando disso e se concentre em sua vida e sua felicidade.
Não caia na armadilha do ressentimento.
Nunca mais.
Viva o momento que estiver vivendo.
Há momentos de tristezas, decepções, erros, partidas, traições ou simplesmente azar.
Chore, reclame, brigue e viva o momento que tiver que viver.
Mas, quando o momento passar, viva o momento seguinte, sem ficar com os grilhões do passado prendendo sua existência até sua morte.
Esqueça as coisas ruins do passado. Ele não existe mais.
Nunca mais.
Isso inclui os ressentimentos contra aquela pessoa que você encontra no espelho.
O que ela tiver feito de errado, ontem ou há 30 anos, deve ser deixado de lado.
Não sinta ressentimento quanto aos erros dessa pessoa.
Nunca mais.
E, se mesmo com toda a lógica do mundo, você ainda estiver "sentindo re-sentimento" e mágoa de alguém, lembre-se do que disse William Shakespeare: Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.
William Shakespeare (1564-1616)
Sim, você recebeu um tratamento péssimo daquele cliente, daquela namorada, do professor, do seu marido, dos seus pais, dos seus filhos, dos vizinhos, do seu chefe, dos seus colegas, dos amigos, críticos, do cachorro... Você tem toda razão em ter sentido mágoa, tristeza e desapontamento quando isso aconteceu.
Mas sentir tais coisas só tem lógica se for naquele momento. Nunca mais.
Se você está, ainda hoje, sentindo essa decepção, essa tristeza, essa mágoa com outra pessoa, então você está ressentido, com ela.
Veja com atenção o significado da palavra ressentimento:
RE-SENTIMENTO. Sentir novamente.
Sentir infinitamente, para alguns.
Qual a razão de usar sua mente para sentir novamente coisas ruins, fragilidades e decepções? Não me refiro a nenhum princípio religioso, espiritual ou moral, somente uma razão prática: sentir coisas ruins novamente não tem absolutamente nenhuma função, exceto prender você ao passado e tornar você uma eterna vítima de alguém que nem mesmo está tentando prejudicar você mais.
Ao guardar qualquer ressentimento você está se acorrentando a alguém que lhe fez mal, mesmo que essa pessoa não queira mais isso.
Você está re-sentindo a dor que só existe em sua memória.
Repita comigo: nunca mais.
A outra pessoa, por pior que tenha sido, não será prejudicada por seu ressentimento. Mas você será.
Você desperdiçará momentos únicos das suas vinte e quatro horas para pegar o punhal que alguém usou contra você há semanas, meses, anos ou décadas atrás e, acredite ou não, você mesmo estará se apunhalando dia-após-dia, com seu re-sentimento.
Nunca mais.
Se o problema tiver sido com um cliente, ficar ressentido não ajudará sua próxima venda.
Se tiver sido com a ex-namorada, ficar ressentido não tornará você atraente para a próxima, e talvez definitiva.
Se tiver sido com seu marido, ficar ressentida não ajudará comunicar-se e corrigir a situação.
Se tiver sido com... qualquer pessoa, ficar ressentido não ajudará você.
Pode até ajudar ela a se livrar de você.
Se o caso for tão grave que tenha que ser resolvido em tribunais, deixe advogados cuidando disso e se concentre em sua vida e sua felicidade.
Não caia na armadilha do ressentimento.
Nunca mais.
Viva o momento que estiver vivendo.
Há momentos de tristezas, decepções, erros, partidas, traições ou simplesmente azar.
Chore, reclame, brigue e viva o momento que tiver que viver.
Mas, quando o momento passar, viva o momento seguinte, sem ficar com os grilhões do passado prendendo sua existência até sua morte.
Esqueça as coisas ruins do passado. Ele não existe mais.
Nunca mais.
Isso inclui os ressentimentos contra aquela pessoa que você encontra no espelho.
O que ela tiver feito de errado, ontem ou há 30 anos, deve ser deixado de lado.
Não sinta ressentimento quanto aos erros dessa pessoa.
Nunca mais.
E, se mesmo com toda a lógica do mundo, você ainda estiver "sentindo re-sentimento" e mágoa de alguém, lembre-se do que disse William Shakespeare: Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
A PRECE DE UM JUIZ
SENHOR! Eu sou o único ser na terra a quem Tu deste uma parcela de Tua Onipotência: o poder de condenar ou absolver meus semelhantes.
Diante de mim as pessoas se inclinam; à minha voz acorrem, à minha palavra obedecem, ao meu mandado se entregam, ao meu gesto se unem, ou se separam, ou se despojam. Ao meu aceno as portas das prisões se fecham às costas do condenado ou se lhe abrem um dia, para a liberdade. O meu veredicto pode transformar a pobreza em abastança, e a riqueza em miséria. Da minha decisão depende o destino de muitas vidas. Sábios e ignorantes, ricos e pobres, homens e mulheres, os nascituros, as crianças, os jovens, os loucos e os moribundos, todos estão sujeitos, desde o nascimento até a morte à LEI que eu represento e à JUSTIÇA, que eu simbolizo.
Quão pesado e terrível é o fardo que puseste nos meus ombros.
AJUDA-ME, SENHOR! Faze com que seu seja digno desta excelsa missão. Que não me seduza a vaidade do cargo, não me invada o orgulho, não me atraia a tentação do mal, não me fascinem as honrarias, não me exalcem as glórias vãs. Unge as minhas mãos, cinge a minha fronte, bafeja o meu espírito, a fim de que eu seja um sacerdote do Direito, que Tu criaste para a Sociedade Humana. Faze da minha Toga um manto incorruptível. E da minha pena não o estilete que fere, mas a seta que assinala a trajetória da Lei, no caminho da Justiça.
AJUDA-ME, SENHOR, a ser justo e firme, honesto e puro, comedido e magnânimo, sereno e humilde. Que eu seja implacável com o erro, mas compreensivo com os que erraram. Amigo da Verdade e guia dos que a procuram. Aplicador da Lei, mas antes de tudo, cumpridor da mesma. Não permitas jamais que eu lave as mãos como Pilatos, diante do inocente, nem atire como Heródes, sobre os ombros do oprimido a túnica do opróbrio. Que eu não tema César e nem por temor dele pergunte ao poviléu se ele prefere "Barrabás ou Jesus".
Que o meu veredicto não seja o anátema candente e sim a mensagem que regenera, a voz que conforta, a luz que clareia, a água que purifica, a semente que germina, a flor que nasce no azedume do coração humano. Que a minha sentença possa levar consolo ao atribulado e alento ao perseguido. Que ela possa enxugar as lágrimas da viúva e o pranto dos órfãos. E quando diante da cátedra em que me assento desfilarem os andrajosos, os miseráveis, os panas sem fé e sem esperança nos homens, espezinhados, escorraçados, pisoteados e cujas bocas salivam sem ter pão e cujos rostos são lavados nas lágrimas da dor da humilhação e do desprezo, AJUDA-ME, SENHOR, a saciar a sua fome e sede de Justiça.
AJUDA-ME SENHOR! Quando as minhas horas se povoarem de sombras; quando as urzes e os cardos do caminho me ferirem os pés; quando for grande a maldade dos homens; quando as labaredas do ódio crepitarem e os punhos se erguerem; quando o maquiavelismo e a solércia se insinuarem nos caminhos do Bem e inverterem as regras da Razão, quando o tentador ofuscar a minha mente e perturbar os meus sentidos.
AJUDA-ME, SENHOR! Quando me atormentar a dúvida, ilumina o meu espírito, quando eu vacilar, alenta a minha alma, quando eu esmorecer, conforta-me, quando eu tropeçar, ampara-me.
E QUANDO UM DIA finalmente eu sucumbir e então como réu comparecer à Tua Augusta Presença, para o eterno Juízo, olha compassivo para mim.
Dita, Senhor, a Tua sentença.
Julga-me como um Deus.
Eu julguei como homem.
João Alfredo Medeiros Vieira
Juiz de Direito aposentado (Santa Catarina) e membro, desde 1975, da Academia Catarinense de Letras
Diante de mim as pessoas se inclinam; à minha voz acorrem, à minha palavra obedecem, ao meu mandado se entregam, ao meu gesto se unem, ou se separam, ou se despojam. Ao meu aceno as portas das prisões se fecham às costas do condenado ou se lhe abrem um dia, para a liberdade. O meu veredicto pode transformar a pobreza em abastança, e a riqueza em miséria. Da minha decisão depende o destino de muitas vidas. Sábios e ignorantes, ricos e pobres, homens e mulheres, os nascituros, as crianças, os jovens, os loucos e os moribundos, todos estão sujeitos, desde o nascimento até a morte à LEI que eu represento e à JUSTIÇA, que eu simbolizo.
Quão pesado e terrível é o fardo que puseste nos meus ombros.
AJUDA-ME, SENHOR! Faze com que seu seja digno desta excelsa missão. Que não me seduza a vaidade do cargo, não me invada o orgulho, não me atraia a tentação do mal, não me fascinem as honrarias, não me exalcem as glórias vãs. Unge as minhas mãos, cinge a minha fronte, bafeja o meu espírito, a fim de que eu seja um sacerdote do Direito, que Tu criaste para a Sociedade Humana. Faze da minha Toga um manto incorruptível. E da minha pena não o estilete que fere, mas a seta que assinala a trajetória da Lei, no caminho da Justiça.
AJUDA-ME, SENHOR, a ser justo e firme, honesto e puro, comedido e magnânimo, sereno e humilde. Que eu seja implacável com o erro, mas compreensivo com os que erraram. Amigo da Verdade e guia dos que a procuram. Aplicador da Lei, mas antes de tudo, cumpridor da mesma. Não permitas jamais que eu lave as mãos como Pilatos, diante do inocente, nem atire como Heródes, sobre os ombros do oprimido a túnica do opróbrio. Que eu não tema César e nem por temor dele pergunte ao poviléu se ele prefere "Barrabás ou Jesus".
Que o meu veredicto não seja o anátema candente e sim a mensagem que regenera, a voz que conforta, a luz que clareia, a água que purifica, a semente que germina, a flor que nasce no azedume do coração humano. Que a minha sentença possa levar consolo ao atribulado e alento ao perseguido. Que ela possa enxugar as lágrimas da viúva e o pranto dos órfãos. E quando diante da cátedra em que me assento desfilarem os andrajosos, os miseráveis, os panas sem fé e sem esperança nos homens, espezinhados, escorraçados, pisoteados e cujas bocas salivam sem ter pão e cujos rostos são lavados nas lágrimas da dor da humilhação e do desprezo, AJUDA-ME, SENHOR, a saciar a sua fome e sede de Justiça.
AJUDA-ME SENHOR! Quando as minhas horas se povoarem de sombras; quando as urzes e os cardos do caminho me ferirem os pés; quando for grande a maldade dos homens; quando as labaredas do ódio crepitarem e os punhos se erguerem; quando o maquiavelismo e a solércia se insinuarem nos caminhos do Bem e inverterem as regras da Razão, quando o tentador ofuscar a minha mente e perturbar os meus sentidos.
AJUDA-ME, SENHOR! Quando me atormentar a dúvida, ilumina o meu espírito, quando eu vacilar, alenta a minha alma, quando eu esmorecer, conforta-me, quando eu tropeçar, ampara-me.
E QUANDO UM DIA finalmente eu sucumbir e então como réu comparecer à Tua Augusta Presença, para o eterno Juízo, olha compassivo para mim.
Dita, Senhor, a Tua sentença.
Julga-me como um Deus.
Eu julguei como homem.
João Alfredo Medeiros Vieira
Juiz de Direito aposentado (Santa Catarina) e membro, desde 1975, da Academia Catarinense de Letras
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Silencio
O Silêncio Interior é a voz de Deus que fala aos homens.
Deus fala no silêncio.
Deus se manifesta no silêncio.
Silêncio, algumas vezes é calar. Mas é também escutar, ouvir, sentir.
Quem ouve um segredo e guarda silêncio é capaz de dominar o maior inimigo da face
da Terra: o próprio homem.
É no silêncio do nosso ser que podemos ouvir a voz de Deus.
Somos as antenas que captam os mistérios do Universo, e é nesse silêncio da noite que explodem as estrelas-anãs e se incorporam às massas dos planetas e seres humanos.
Foi no silêncio da sua surdez que Beethoven compôs a mais bela das sinfonias: a 9ª.
"Deus me fez surdo para que eu ouvisse a sua voz e a transmitisse ao mundo em forma de música", explodiu Beethoven em um momento de revolta.
O silêncio vaga como um vaga-lume, flutua como um cisne navegando vagarosamente no Lago dos Cisnes, voa como uma nuvem preguiçosa no azul do céu.
Correm os rios, bradam os mares, ecoam e reverberam as montanhas, e o silêncio das ostras revela a beleza das pérolas.
O Silêncio Interior é percepção, compreensão, humildade, felicidade.
O Silêncio Interior é a porta que se abre para deixar entrar o perfume exalado pelo hálito de Deus.
O Silêncio Interior equilibra, abre as portas a estados de inspiração e criatividade, nos propicia construir uma ponte de ligação com o mundo invisível que mora no nosso interior. O difícil é ter um lugar adequado para estes momentos de inspiração. Mas um cantinho, um local especial é o caminho para acender as luzes do Sanctum Celestial.
É no silêncio que a alma rompe o casulo, quebra as algemas e se projeta para o encontro com a Divindade.
Abrace a pessoa amada em silêncio, ore em silêncio, agradeça em silêncio, refaça no silêncio as energias para a batalha do dia-a-dia. Ainda é tempo de apreciar as flores coloridas que estão ao nosso redor.
É no silêncio que a luz se transforma em pão, é neste silêncio que te abraço, meu irmão.
Deus fala no silêncio.
Deus se manifesta no silêncio.
Silêncio, algumas vezes é calar. Mas é também escutar, ouvir, sentir.
Quem ouve um segredo e guarda silêncio é capaz de dominar o maior inimigo da face
da Terra: o próprio homem.
É no silêncio do nosso ser que podemos ouvir a voz de Deus.
Somos as antenas que captam os mistérios do Universo, e é nesse silêncio da noite que explodem as estrelas-anãs e se incorporam às massas dos planetas e seres humanos.
Foi no silêncio da sua surdez que Beethoven compôs a mais bela das sinfonias: a 9ª.
"Deus me fez surdo para que eu ouvisse a sua voz e a transmitisse ao mundo em forma de música", explodiu Beethoven em um momento de revolta.
O silêncio vaga como um vaga-lume, flutua como um cisne navegando vagarosamente no Lago dos Cisnes, voa como uma nuvem preguiçosa no azul do céu.
Correm os rios, bradam os mares, ecoam e reverberam as montanhas, e o silêncio das ostras revela a beleza das pérolas.
O Silêncio Interior é percepção, compreensão, humildade, felicidade.
O Silêncio Interior é a porta que se abre para deixar entrar o perfume exalado pelo hálito de Deus.
O Silêncio Interior equilibra, abre as portas a estados de inspiração e criatividade, nos propicia construir uma ponte de ligação com o mundo invisível que mora no nosso interior. O difícil é ter um lugar adequado para estes momentos de inspiração. Mas um cantinho, um local especial é o caminho para acender as luzes do Sanctum Celestial.
É no silêncio que a alma rompe o casulo, quebra as algemas e se projeta para o encontro com a Divindade.
Abrace a pessoa amada em silêncio, ore em silêncio, agradeça em silêncio, refaça no silêncio as energias para a batalha do dia-a-dia. Ainda é tempo de apreciar as flores coloridas que estão ao nosso redor.
É no silêncio que a luz se transforma em pão, é neste silêncio que te abraço, meu irmão.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Verdadeira Revolução
recentemente temos assistido ao redor, do Globo terrestre, diversas manifestações populares.
É bem verdade que manifestações populares não são novidade na história humana, porém parece que as pessoas em geral estavam em um estado de apatia, quase uma catatonia em relação à uma series de abusos que vinham sendo cometidos pelos detentores do poder, fosse ele formal um informalmente constituído.
As manifestações tiveram inicio nos países que podemos rotular como árabes / islâmicos e dai vem justamente a primeira surpresa: a motivação dos manifestantes, a despeito do que desejavam os radicais, nao era uma motivação de cunho religioso e sim uma manifestação secular. Protestavam os manifestantes contra a falta de empregos, os baixos salários e principalmente contra a situação política e anti-democrática de muitos regimes ditatoriais que se prolongavam por mais de 3 na região do norte da África. Um a um os governos foram caindo ou cedendo e em casos extremos ditadores foram devotos.
Em seguida vimos algo que para mimaremos pareceu um devaneio, digno das melhores obras de fixação cientifica, qual seja, manifestações e protestos generalizados no coração do Estados Unidos da América do Norte. Assistimos embasbacados manifestações contra a globalização e o capitalismo no centro financeiro de Nova York. De repente wall street foi tomada por manifestantes que haviam se organizado estranhamente através de redes sociais como Facebook e Twitter entre outras...
Também no Brasil foram organizados protestos e manifestações em diversas cidades, principalmente motivados pela indignação dos cidadãos em relação aos escândalos de corrupção que assolaram o primeiro ano do Governo Dilma.
Desde a época dos caras pintadas e do impedimento do Ex Presidente Collor nao se via tal tipo de mobilização.
Porém, no caso do Brasil, estou certo de que a revolução devera começar com a erradicação do famoso "jeitinho brasileiro".
Infelizmente no Brasil já se instaurou a mentalidade de que "os outros" devem obedecer às leis, respeitara filas, caixas e vagas preferenciais, mas "eu" não preciso me submeter a tal rigor pois sempre será possível dar um "jeitinho", ou seja, as pessoas no Brasil sempre procura. Encontrar uma forma de burlar as lei e as normas de conduta de u forma geral e isso vai desde o condomínio onde moram até a presidência da Republica e seus ministérios.
Por isso estou convencido de que a verdadeira revolução deve começar pela roforma intima de cada cidadão. É preso que cada indivíduo tome consciência de que é preciso primeiro respeitar a Lei e depois, caso necessário, adequa-las a realidade atual.
Também é preciso que cadum se conscientize de que mais do que as leis devem ser respeitadas as regras de transito, as filas de banco e de caixas de supermercado, vagas exclusivas para idosos, gestantes e PNE em estacionamentos.
Enquanto isso noa acontecer nenhuma revolução será verdadeiramente efetivas, ocorrendo apenas a mundança dos detentores do poder.
É isso temos visto no Brasil nos últimos anos, ou seja, aquele em quem depositamos nossas esperadas de mudanças se mostra tão corrupto e autoritário quanto seus antecessores e tal fato nada mais é um reflexo da mentalidade geral de um povo !
É bem verdade que manifestações populares não são novidade na história humana, porém parece que as pessoas em geral estavam em um estado de apatia, quase uma catatonia em relação à uma series de abusos que vinham sendo cometidos pelos detentores do poder, fosse ele formal um informalmente constituído.
As manifestações tiveram inicio nos países que podemos rotular como árabes / islâmicos e dai vem justamente a primeira surpresa: a motivação dos manifestantes, a despeito do que desejavam os radicais, nao era uma motivação de cunho religioso e sim uma manifestação secular. Protestavam os manifestantes contra a falta de empregos, os baixos salários e principalmente contra a situação política e anti-democrática de muitos regimes ditatoriais que se prolongavam por mais de 3 na região do norte da África. Um a um os governos foram caindo ou cedendo e em casos extremos ditadores foram devotos.
Em seguida vimos algo que para mimaremos pareceu um devaneio, digno das melhores obras de fixação cientifica, qual seja, manifestações e protestos generalizados no coração do Estados Unidos da América do Norte. Assistimos embasbacados manifestações contra a globalização e o capitalismo no centro financeiro de Nova York. De repente wall street foi tomada por manifestantes que haviam se organizado estranhamente através de redes sociais como Facebook e Twitter entre outras...
Também no Brasil foram organizados protestos e manifestações em diversas cidades, principalmente motivados pela indignação dos cidadãos em relação aos escândalos de corrupção que assolaram o primeiro ano do Governo Dilma.
Desde a época dos caras pintadas e do impedimento do Ex Presidente Collor nao se via tal tipo de mobilização.
Porém, no caso do Brasil, estou certo de que a revolução devera começar com a erradicação do famoso "jeitinho brasileiro".
Infelizmente no Brasil já se instaurou a mentalidade de que "os outros" devem obedecer às leis, respeitara filas, caixas e vagas preferenciais, mas "eu" não preciso me submeter a tal rigor pois sempre será possível dar um "jeitinho", ou seja, as pessoas no Brasil sempre procura. Encontrar uma forma de burlar as lei e as normas de conduta de u forma geral e isso vai desde o condomínio onde moram até a presidência da Republica e seus ministérios.
Por isso estou convencido de que a verdadeira revolução deve começar pela roforma intima de cada cidadão. É preso que cada indivíduo tome consciência de que é preciso primeiro respeitar a Lei e depois, caso necessário, adequa-las a realidade atual.
Também é preciso que cadum se conscientize de que mais do que as leis devem ser respeitadas as regras de transito, as filas de banco e de caixas de supermercado, vagas exclusivas para idosos, gestantes e PNE em estacionamentos.
Enquanto isso noa acontecer nenhuma revolução será verdadeiramente efetivas, ocorrendo apenas a mundança dos detentores do poder.
É isso temos visto no Brasil nos últimos anos, ou seja, aquele em quem depositamos nossas esperadas de mudanças se mostra tão corrupto e autoritário quanto seus antecessores e tal fato nada mais é um reflexo da mentalidade geral de um povo !
A fabula do porco-esinho
Durante a era glacial muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso, decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima poderia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram...
(Autor desconhecido)
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